INÉDITO: CÂMARA FAZ ANEDÓTICA NOTA DE IMPRENSA CONTRA VEREADOR


A Câmara de Paredes enviou aos órgãos de comunicação social uma nota de imprensa, acusando membros do Partido Socialista local, com especial destaque para o vereador Artur Penedos, de se recusarem a assumir os prejuízos causados durante a campanha eleitoral, para as eleições Legislativas, no Parque José Guilherme.
A Câmara diz que Artur Penedos “se aproximou prometendo assumir toda a responsabilidade pelo sucedido e pelos prejuízos causados”. Uma mentira pegada.
A este propósito, o jornal Fórum Vale do Sousa quis ouvir por escrito, o principal visado, Artur Penedos, tendo formulado três questões, que se reproduzem, com o objectivo de tornar pública a
verdadeira dimensão de mais uma das muitas vergonhosas “malandrices” de Celso Ferreira e do PSD local.

Fórum – Diz a nota de imprensa que a Polícia Municipal desistiu de identificar o condutor do camião que provocou estragos na superfície metálica, adjacente ao ecrã gigante do parque José Guilherme, pelo facto de o Sr. Vereador Artur Penedos ter assumido total responsabilidade pelos estragos. Corrobora esta versão dos factos?
Artur Penedos: Não. É falsa a afirmação produzida pela nota que desconheço, porque não me foi remetida por quem tinha obrigação de o fazer, o presidente da câmara. A polícia municipal, efectivamente, tentou identificar o condutor do camião e eu vi-me obrigado a intervir, para evitar males maiores. “Retirei” o agente do burburinho que se formou imediatamente. Isto é, procurei proteger o agente e disse-lhe que, se queria identificar alguém, que me identificasse a mim, coisa que ele recusou, por desnecessário. Ninguém assumiu a responsabilidade, nem tinha que o fazer, porque o PS é uma entidade idónea e responsável;

Fórum – É verdade que se recusou a receber o orçamento da reparação dos estragos em reunião do executivo municipal? Se sim, porquê?
Artur Penedos: Não! É mais uma mentira! É assim que se constroem factos políticos para denegrir pessoas e organizações. Esclarecendo, no final da reunião de câmara – onde nada foi tratado sobre campanhas eleitorais, apenas as felicitações dos vereadores do PS ao líder concelhio do PSD pela vitória eleitoral - fui abordado por um funcionário que me perguntou se estava recordado da acção que o PS tinha realizado no Parque José Guilherme e da intervenção da polícia municipal, ao que respondi que sim. O referido funcionário disse que tinha em seu poder um orçamento para me entregar porque eu teria dito ao agente da PM que assumia todas as responsabilidades.
Informei o funcionário que nunca tinha dito tal coisa (evitei um tumulto de consequências imprevisíveis), apenas disse que se queriam identificar alguém que me identificassem a mim e que, se havia prejuízos, se dirigissem ao Partido Socialista para que este tratasse do assunto. Repito, não houve recusa do que quer que fosse. Houve, isso sim, a afirmação do funcionário de que deveria haver algum equívoco na informação da polícia municipal, afirmação que teve a minha concordância.

Fórum – Confirma que o PS não vai assumir o pagamento dos estragos, tal como é referido na nota de imprensa?
Artur Penedos: É pura mentira e mais uma vez, reveladora das práticas aberrantes do presidente da câmara. Como disse, o PS é uma entidade que não foge às suas responsabilidades e, nessa medida, a câmara só tem uma coisa a fazer, dirigir-se, através de ofício, à Direcção nacional do PS, para que ela tome contacto com a situação e desencadeie as medidas que tiver por convenientes.
Eu conheço bem as intenções de Celso Ferreira. O objectivo não é tanto o pagamento da modesta quantia de 260€, o objectivo é denegrir a minha imagem. Aliás, isso é visível na nota quando me de acusam de falta de verticalidade.
A verdade, como fica aqui demonstrado, é bem diferente. Quem tem falta de verticalidade e mesmo de carácter é o presidente da câmara que se esconde atrás dos funcionários e da polícia municipal para desencadear acções de descredibilização contra os opositores. Nada que eu estranhe, porque só lhe reconheço competência para desencadear “campanhas negras”.


CHEGOU A HORA DE FAZERMOS APENAS …UM INTERVALO!


José Sócrates encerrou mais um ciclo de governação socialista! Fê-lo de forma exemplar, assumindo sozinho as responsabilidades de todos nós. Uns mais do que outros, é certo, mas, convenhamos, a derrota do PS é de todos e não apenas de um.
Mas, o Secretário-geral do PS não se limitou a encerrar um ciclo da governação. Foi mais longe e encerrou o seu próprio ciclo, abrindo espaço a novos e renovados caminhos.
Há uma nova realidade e, ignorá-la, poderia ser fatal para o futuro do país e, também, do partido.
A grave crise que se abateu sobre o mundo e os efeitos que provocou nos países europeus, levou os governos a tomarem medidas gravosas e impopulares para o dia-a-dia dos cidadãos e, em consequência, a produzir um “vendaval” eleitoral, desfavorável a quem teve que as tomar.
Estes factores, creio bem, são bastantes para explicar o revés eleitoral do PS. Sócrates pessoalizou a derrota, demitiu-se!
O Primeiro-ministro demissionário retirou consequências do desaire, mas fê-lo com grande altruísmo, dignidade e espírito de sacrifício. Sim, digo sacrifício, porque foi ele quem assumiu os efeitos da derrota.
Da mesma forma que teve a coragem de decidir acabar com as subvenções vitalícias dos deputados, do Primeiro-ministro, dos autarcas e de tantas outras situações de privilégios, impôs a si próprio mais um sacrifício, renunciar exercer qualquer cargo político nos próximos anos.
A derrota eleitoral de 5 de Junho deve levar-nos a cerrar fileiras em torno dos valores em que acreditamos – especialmente os da solidariedade e da fraternidade – e a prosseguir o legado de José Sócrates. Responder aos problemas que vivemos, é o desafio. Se o não fizermos, o sacrifício de José Sócrates terá sido em vão.
E como ele próprio disse no seu memorável discurso da derrota, não é tempo de olhar para trás, ou de alimentar ressentimentos. O futuro está mesmo aí e ninguém perdoaria ao PS se este deixasse de procurar novos caminhos e novas opções para os portugueses.
Os portugueses, creio que ninguém duvida (a história recente é prova bastante) sempre viram o PS como um farol de esperança e esperam que assim continue.
Agora, o que precisamos mesmo é de preparar o futuro, de mostrar que temos preocupações sociais que outros nunca terão e que estaremos preparados para responder às necessidades dos cidadãos quando voltarmos a ser chamados ao governo.
Agora o importante é retemperar forças e, sem necessidade de refundar o que quer que seja (desiludam-se os que pensam que vão ter um novo PS), mostrar que somos capazes de superar divergências e desencontros.

PASSOS COELHO QUER “INDEXAR AUMENTOS DA FUNÇÃO PÚBLICA À PRODUTIVIDADE"


FAZEM IDEIA DO QUE ISSO SIGNIFICARIA?

Passos Coelho sofre mais um deslize e deixa cair a "mascara". Ao passar pela Figueira da Foz, revelou aos figueirenses e ao país que, se for governo, irá "indexar os aumentos salariais da Função Pública à produtividade".
Se Passos Coelho ganhasse as eleições, coisa em que não acreditamos, a inflação, que sempre foi factor preponderante para os aumentos salariais na função, deixaria de o ser e, no seu lugar, ficaria a produtividade!
Sabem o que significaria tal ideia? Eu explico.
Primeiro, a negociação colectiva no sector público, designadamente em matéria salarial, deixaria praticamente de existir;
Segundo, cabendo aos responsáveis políticos/administrativos a definição de objectivos a atingir e estando eles intimamente ligados com a produtividade, fácil seria, por incompetência ou má fé, reduzir a produtividade de um qualquer serviço e, desse modo, os salários.
Quem não conhece funcionários que tiveram de recorrer à avaliação curricular, para evitar prejuízos maiores nas suas carreiras? Tudo porque há agentes políticos/administrativos que lhes sonegaram a avaliação a que estão obrigados;
Terceiro, sendo passível de acção disciplinar, o funcionário público com baixo ou reduzido desempenho (produtividade, por assim dizer) o modelo avançado por Passos Coelho pode, em última análise, conduzir ao despedimento.
Perante um cenário destes, coloca-se uma interrogação:
Será este o caminho escolhido por Passos Coelho para reduzir a despesa que o Estado tem com os funcionários públicos?
Será esta uma nova fórmula de congelar salários na Função Pública (incluindo poder local, claro está)?
Será esta uma nova fórmula para actuar disciplinarmente sobre os funcionários públicos, despedindo-os se a produtividade for reduzida?
Que quererá realmente Passos Coelho?
Meus amigos, a escolha é nossa. Quem quiser correr o risco de sofrer na pele os efeitos de uma “agenda escondida”, vota no PSD,
Quem quiser ser respeitado e ver respeitados os seus direitos, especialmente o direito à negociação colectiva e à avaliação do seu desempenho, vota no Partido Socialista.
A diferença é clara. De um lado, a aventura e o risco, do outro, a certeza de que se cumprirá a Lei e se respeitarão os direitos dos trabalhadores da Função Pública.


PASSOS COELHO ENSAIA MAIS UMA "MANOBRA DILATÓRIA"


AGORA, ACUSA PS DE ESTAR A ASSUSTAR OS PORTUGUESES COM O INTUITO DE GANHAR VOTOS!

O desespero em "ir ao pote", levou Passos Coelho a vestir as roupagens do "populismo demagogo" e a assumir uma arrogância despropositada, imprópria e, pasme-se … desafiadora!
Coloca-se, deste modo, ao nível dos correligionários que “contratou” para, diariamente, insultarem Sócrates e o Partido Socialista! Devem ter-lhe dito que essa seria a forma ideal para se mostrar vencedor!
Mas, as motivações de PPC não podem ser ignoradas e muito menos escondidas! Daí a necessidade de avisar o povo dos riscos de uma vitória do PSD e de o levar a interrogar-se sobre os perigos que corre.
O líder do PSD acusa o PS de meter medo aos cidadãos (é mais um fait-divers), mas as interrogações sobre as suas intenções crescem e, por isso, perguntamos:
- Então os portugueses não devem assustar-se com a possibilidade de virem a perder o direito a uma saúde universal, geral e tendencialmente gratuita?
- Então os portugueses não devem assustar-se com a possibilidade de virem a ter uma Segurança Social “decapitada” por uma privatização (é a isso que conduziria um eventual plafonamento) e, em consequência, um futuro incerto?
- Então os portugueses não devem assustar-se com a possibilidade de virem a ser objecto de despedimento individual sem justa causa?
- Então os portugueses não devem assustar-se com a possibilidade de ficarem sem um ensino público de qualidade e um acesso às universidades reduzido?
- Então os portugueses não devem ficar assustados com a possibilidade de verem “interrompida a democracia” pelo tempo necessário à concretização da recuperação económica, como decorre do Projecto de Lei do PSD sobre contratos a termo?
É claro! É claríssimo.
Os portugueses devem estar preocupados, direi mesmo, assustados com a possibilidade de uma vitória do PSD, que a acontecer, lhes permitiria concretizar as “malfeitorias” que constam do seu programa de governo.



PAULO PORTAS NÃO É APENAS DEMAGOGO E POPULISTA …


É, IGUALMENTE, POUCO RIGOROSO!

Portas disse ao país que há milhares de contratos a prazo que não vão ser renovados por culpa do governo, mais precisamente, por causa de uma Lei do actual governo!
Mente, mas isso pouco lhe importa.
Os incautos – deve haver muitos para Portas fazer este tipo de afirmações – acreditarão que assim seja.
Então, não é o governo culpado de tudo? Para Portas, é claro que sim!
Mas, por mais estranho que possa parecer aos eventuais incautos, a renovação de contratos a prazo (designados legalmente de Contratos a Termo) está regulada no Código do Trabalho e, se bem se lembram, foi o seu inefável amigo, Bagão Félix, que, em nome do PSD/CDS-PP, o levou à Assembleia da República e ali impôs a sua aprovação!
Estranho! Não vos parece?
Esta falta de memória de Paulo Portas levou-o mesmo a dizer: ”Sou pragmático, não sou fanático” – grande frase.
É assim que tenta iludir o povo para obter maior representação na Assembleia da República!
O problema, meus amigos, é que não podemos aceitar que um político responsável – que até aspira a ser primeiro-ministro – possa confundir fanatismo com a estrita obrigação de cumprir a Lei.
O problema, meus caros amigos, é que não podemos aceitar que um qualquer político se assuma como pragmático e, em nome da demagogia e do populismo, possa violar, impunemente, as leis que regem a relação contratual dos trabalhadores com as empresas.
Paulo Portas pode usar os meios que mais o encantem para conseguir os objectivos que tem em vista, mas, acreditem, não conta com a minha benevolência para enganar os portugueses.



A REPÚBLICA DE … CELSO FERREIRA!


MOMENTOS REVELADORES

A última assembleia municipal de Paredes foi absolutamente reveladora. Celso Ferreira afirmou que a República (portuguesa, claro) não tem crédito, mas … a sua, tem!
A avaliar pelas Contas da Câmara de Paredes, é fácil perceber a barafunda que vai na sua cabeça e a “confusão” que faz entre ter, ou não, acesso ao crédito e a eventualidade deste poder ficar mais caro ou mais barato.
Mas, esta não foi a única revelação. O PSD local assume, finalmente, o “divórcio” com o PSD distrital e nacional. Enquanto estes defendem a reforma administrativa, especialmente nas freguesias, em Paredes o PSD insulta os que percebem que chegou a hora das grandes decisões e, com elas, a necessidade de reduzir a despesa pública.
Sabemos bem que essa coisa de reduzir despesa não é questão que se coloque a Celso Ferreira e ao “seu” PSD. COM ELE, NUM SÓ ANO, O PASSIVO DA CÂMARA SUBIU DE 49 PARA 77 MILHÕES DE EUROS.
O presidente da Câmara de Paredes, em vez de explicar o desvario, a megalomania e o desnorte das Contas da câmara, como seria de esperar de quem cumpre as suas obrigações, usa a brejeirice e o manobrismo para esconder a realidade financeira da autarquia e para insultar os que querem mostrar a verdade aos paredenses.
Na assembleia, o que mais interessava a Celso Ferreira é que se falasse o menos possível de Contas. Fazer comparações com os concelhos que envolvem Paredes, (como Paços de Ferreira, Lousada ou Penafiel), muito menos.
Abordar exaustivamente essas matérias poderia conduzir à constatação de que, afinal, os socialistas tinham absoluta razão, quando falavam da megalomania de Celso Ferreira.
Como ia este social-democrata explicar que tinha imposto a aprovação de um Orçamento de 130 milhões para o ano de 2009, mas só tinha executado um terço, 43 milhões?
Como iria explicar que, por cada 3 obras prometidas, realizou apenas uma?
Apesar de terem dito que as Contas são transparentes e que não mentem às pessoas, como iria ele explicar a inexistência de Contas fiáveis? Sim, por mais estranho que possa parecer, o Revisor Oficial de Contas (ROC), mais uma vez, colocou Reservas e Ênfases às Contas e isso tem um significado: as Contas da Câmara não são fiáveis.
Outra revelação, esta verdadeiramente surpreendente, foi a inopinada consciência de Celso Ferreira de que “quando a asneira é grossa fica mal” e, ainda, que “há comparações intelectualmente desonestas”.
Estaremos perante a confissão de que a sua vida política não passou de mero equívoco? Claro que sim.
Hoje já não há margem para dúvidas. Todos sabem que ele é campeão na asneira grossa e nas comparações intelectualmente desonestas.
Outra das revelações – já muito tentada noutras assembleias – foi a do “aspirante” a líder «de qualquer coisa», que se declarou muito receoso com qualquer reforma administrativa, especialmente porque confunde fusão com eliminação e escolas com sedes de junta de freguesia.
Não sei bem se a causa próxima será a sua enorme ambição – parece estar sempre disponível a mudar de «clube» – ou se tem receio num regresso antecipado à escola. Ao PS não será, porque agora, como disse o “aspirante” a líder «de qualquer coisa», perante a sua nova “família de acolhimento”, este não tem credibilidade!
De uma coisa estamos seguros. Há, evidentemente, mais um seguidor das brejeirices, das meias palavras, das afirmações indecifráveis – que mais parecem ameaças – e que, pelo que pudemos observar, deixaram agoniados (!) muitos dos membros da assembleia municipal.
Mas, nem tudo foi negativo. A assembleia municipal, contrariamente ao habitual, correu com um certo grau de elevação, que consideramos importante e, por isso, aqui deixamos o registo e uma referência positiva.


EM PAREDES CONFUNDE-SE DIALOGAR COM … ARREBANHAR!



Na última reunião da Câmara e quando se discutia o projecto de Regulamento de Venda Ambulante, um dos mais “dedicados” colaboradores do presidente (a que chamamos funcionário da Câmara, mas que fomos logo elucidados de que era do Ministério da Educação) cometeu um erro grosseiro e confundiu o verbo dialogar com o verbo arrebanhar.
Há muitos meses que os vendedores ambulantes, em Paredes, correm desesperadamente para a Câmara, na esperança de obterem uma licença e, desse modo, sentirem tranquilidade e segurança na actividade que desenvolvem.
Sim, tranquilidade, porque a dita licença coloca-os a coberto de eventuais aborrecimentos com as actividades económicas, ou mesmo as autoridades policiais. Segurança, porque desenvolvem uma actividade que garante o sustento da sua família e, estar legalmente autorizado, faz toda a diferença.
O “dilecto” colaborador do presidente da Câmara – que é funcionário do Ministério da Educação, mas está ao serviço desta – “nomeado” para coordenar o numeroso grupo de trabalho (?), que tinha a missão de elaborar o dito projecto de regulamento, de cada vez que era confrontado com a ausência de licenças, invocava um Decreto-Lei que estaria para sair e que iria alterar as regras que estavam em vigor.
Mas, estranhamente (um amigo meu diria, com graça, que se tratava de um “de repentemente”) e sem que tivesse sido produzida nova lei, o executivo da Câmara foi surpreendido – os socialistas, quero dizer – com um projecto de regulamento.
Quando um de nós, Alexandre Almeida, que tinha reunido várias vezes com os cidadãos que exercem a actividade de vendedor ambulante e que, por isso, conhece bem os seus anseios e expectativas, interveio e pediu esclarecimentos, especialmente sobre o horário de funcionamento e a localização de roulotes, o referido funcionário, em vez de responder às questões, de cabeça baixa, mas voz audível, disse que o P.S. tinha “arrebanhado” as pessoas que assistiam à reunião de Câmara.
O “Curiosidades”, desta vez, ficou com uma preocupação reforçada. Há um agente do Ministério da Educação a confundir a conjugação do verbo dialogar/arrebanhar e, também a certeza de que andaram a enganar-nos, porque, afinal, o problema não era uma nova Lei … o problema era mesmo vontade de mudar horários e o lugar de alguns vendedores!