A CNE… SÓ PODE RIDICULARIZAR PSD/CELSO FERREIRA


QUEM ACREDITA QUE VALE TUDO… NÃO MERECE OUTRA COISA

Quem não sabe escolher os colaboradores, corre o risco de ser ridicularizado. É o que se prevê que possa vir a acontecer a Celso Ferreira e ao PSD/Paredes, fruto das acções populistas e, diremos mesmo, irresponsáveis, daquele político, nas últimas eleições autárquicas.

Vem tudo isto a propósito de, nas últimas eleições autárquicas, o PS/Porto ter lançado na NET uma plataforma para publicitar mensagens do partido e levar à opinião pública os projectos que os seus candidatos se propunham concretizar.
Isto é, o PS criou o seu espaço, responsabilizou-se pelos conteúdos aí publicados e os candidatos do PS/Distrital, como era legítimo, usaram essa plataforma para levarem a sua mensagem aos eleitores. Qualquer outro partido poderia ter feito o mesmo, mas pelos vistos, escolheram outros modelos. Estavam no seu direito.

Aqui começa a história rocambolesca do PSD/Paredes (que nenhum outro candidato do PSD do Distrito apoiou), com a decisão de se queixar à Comissão Nacional de Eleições contra a legitimidade dos partidos para criarem plataformas na NET. Só os (in)competentes colaboradores do PSD/Paredes poderiam sugerir tamanha barbaridade!
O assunto da queixa do PSD de Celso Ferreira foi o seguinte: “queixa contra Partido Socialista (Paredes) - Candidatura de Artur Penedos à Câmara Municipal de Paredes” por, alegadamente, fazer propaganda política através de meios de publicidade comercial.

Note-se que a plataforma era do PS/Distrital, não do PS/Paredes, mas as motivações dos nossos adversários políticos, eram de ordem local.
Os exageros de uma “comunicação à medida”, são bens visíveis nos fundamentos da referida queixa, “não existe espaço equivalente naquele canal a nenhum outro partido político ou candidatura”, brilhante a argumentação!
Como queria o PSD local espaço equivalente se o seu partido não contratualizou e/ou responsabilizou por uma plataforma na NET?

Assim vão as curiosidades que o PSD nos suscita em Paredes e, com elas, a forma como eles encaram os problemas que se colocam à população.

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